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Em troca, financia a compra de pequenas casas ou grandes projetos imobiliários, como se de um banco se tratasse. Para além destes limites, dentro da plataforma verá que as empresas são classificadas de forma diferente. No caso da Raize, apenas podem usufruir dos empréstimos coletivos as empresas que contem com dois ou mais anos e que tenham sede fiscal em Portugal.
- A Fundly oferece a sua plataforma de crowdfunding a organizações sem fins lucrativos, instituições de caridade, clubes, escolas e indivíduos para angariar fundos para as suas causas.
- Com um modelo de negócio centrado na maximização da rentabilidade dos investidores, a Maclear afirma, assim como a GoParity, não cobrar comissões diretas aos utilizadores que emprestam dinheiro através da plataforma.
- O responsável acredita que “novos tipos de crowdfunding estão prestes a aparecer no país”.
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Esta noção chega tão tarde à europa porque até aqui, cada país tinha a sua legislação em relação ao tópico o que impossibilitava qualquer empresa de se mover livremente entre os países e crowdfunding é um conceito de larga escala. A tua conta será criada no PPL (para que possa receber atualizações da campanha, devoluções caso as campanhas não terminem com sucesso, etc.) mas nenhuma informação (nome, endereço de e-mail, etc.) será partilhada com o promotor nem com o público. Um apoio incondicional será entregue ao promotor da campanha, independentemente do resultado desta.Mais concretamente, no caso de a campanha não atingir os 100%, o apoio não será devolvido ao apoiante mas sim entregue ao promotor.Esta opção de apoios incondicionais só está disponível no modelo Flexível. Basta fazer o pedido de levantamento na plataforma e os fundos serão devolvidos para a tua conta bancária ou de PayPal. Caso uma campanha não consiga angariar a totalidade do montante solicitado dentro do prazo especificado, os fundos são devolvidos aos apoiantes.
“Sendo o imobiliário, por natureza, um mercado menos volátil e mais seguro que os mercados financeiros, principalmente tendo em conta o grande descrédito que sobre eles hoje ainda paira – a crise que arrasou os mercados financeiros por todo o mundo e que ainda está muito presente na memória de todos nós –, o crowdfunding no setor imobiliário pode, de facto, representar uma boa alternativa para quem investe e deseja rentabilizar o seu capital de forma mais segura e com menos imprevistos”, explica. No seu portfólio, consta a maior operação realizada em Portugal por uma gestora de crowdfunding imobiliária portuguesa, a Common Prodigy I, onde foram angariados 550 mil euros num projeto de compra para arrendamento. Porém, as plataformas se viabilizam cobrando de 5 a 15% de comissão dos projetos.
Quais são as plataformas de crowdfunding registadas em Portugal?
Boa sorte nos seus investimentos! Nessas situações, podem aplicar-se leis nacionais ou internacionais, consoante a localização jurídica da plataforma e do projecto. Existem boaboa.pt convenções para evitar a dupla tributação, e em alguns cenários a plataforma é responsável pela retenção na fonte de impostos.
Crowdfunding já atingiu quase 1,2 milhões em Portugal, mas continua aquém da Europa
A ClicInvest que também atua na área do financiamento a empresas. Já a Izilend, detida pela FS Capital Partners e pela equipa de gestão, é uma plataforma de crowdfunding imobiliário de curto prazo que já estendeu a atividade a Espanha. "Já sondámos o mercado com dois ou três promotores e percebemos que há mercado para isto", concluiu Bernardo Faria e Maia, detalhando que há duas opções para o reembolso, com os juros a poderem ser pagos mensalmente ou no final do financiamento, aquando do reembolso do capital. Dirigida apenas a investidores qualificados – "estão sempre salvaguardados, em primeiro lugar, pela hipoteca do imóvel, é uma garantia real" –, a proposta de valor é resumida por Bernardo Faria e Maia (ex-Deutsche Bank), que neste projecto é acompanhado por Rui Cesário Pereira (também da área da banca, com passagens por Haitong e VSM Capital) e por Francisco Jonet e Nuno Ravara, ambos da FS Capital, com experiência no ramo imobiliário. O conselheiro legal desta plataforma detalhou que estão registados mais de 1.500 utilizadores (67% são homens), tem 298 investidores e 30% deles investiram em dois ou mais projectos. A Go Parity apresenta-se como a primeira plataforma de investimentos sustentáveis, tendo sido "criada com o objectivo de democratizar o investimento e gerar benefícios para o ambiente", apoiando projectos ligados à sustentabilidade e à eficiência energética.
É bom lembrar que investimento em empresas startups é de risco elevado e longo prazo, portanto, deve compor apenas uma parte de uma carteira diversificada de investimento (no máximo 10%). Assim, quando você aporta dinheiro através de uma rodada no equity crowdfunding, você recebe uma participação real na empresa, assegurando seu direito a uma parte de qualquer sucesso futuro da empresa. O equity crowdfunding é centrado em investimento, tanto que já conta com o aval da CVM , a Comissão de Valores Mobiliários – regulador do mercado financeiro. As campanhas de financiamento coletivo com base em doações são geralmente realizadas por organizações sem fins lucrativos ou outras organizações de caridade para ajudar a angariar fundos e apoio. Em vez de esperar por uma oportunidade de lançar uma ideia de produto para uma equipe de investidores, os empreendedores podem levar suas ofertas diretamente ao público para buscar apoio financeiro de pessoas, empresas e organizações interessadas. Frequentemente, empreendedores recorrem às redes sociais para compartilhar sua plataforma ou ideia visando inspirar outras pessoas a contribuir para uma campanha de crowdfunding.
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Valor das casas atribuído pelos bancos nos pedidos de crédito para compra de habitação voltou seis euros em novembro, atingindo os 1.530 euros por metro quadrado. “O financiamento participativo está a crescer rapidamente em Portugal. Os quatro promotores do projeto que trabalham em arquitetura, design e comunicação, mantêm a atividade que já tinham antes de partir para esta aventura, mas têm planos para levar a Onframe mais longe. A proposta da Onframe pode ser encarada como um regresso ao passado, a tirar partido do melhor da tecnologia…neste caso da fotografia digital e do comércio online.O cliente carrega no serviço online as fotos que quer ver emolduradas, escolhe a moldura (há várias cores disponíveis) e recebe-a em casa, com a imagem trabalhada e o suporte para colocação na parede. A plataforma financiou o negócio e ajudou a divulgá-lo e a gerar interesse no produto.
Com o aumento do acesso à Internet e a crescente familiaridade dos portugueses com as plataformas digitais, espera-se que o crowdfunding continue a crescer. Desde iniciativas culturais, como a produção de filmes e livros, a projectos sociais, como campanhas de ajuda humanitária, o crowdfunding tem-se revelado um instrumento eficaz de mobilização de recursos. Os prestadores de financiamento colaborativo, o chamado crowdfunding, estão a ganhar força pela Europa e a chegar a Portugal.
Tendo já angariado mais de 1,8 milhões de euros de capital, o Querido Investi Numa Casa! A Raizecrowd, Lda é uma entidade gestora de plataforma de financiamento colaborativo por empréstimo autorizada e supervisionada pela CMVM. A Raize é a bolsa de empréstimos para micro e pequenas empresas, onde são investidores que emprestam diretamente às empresas. António Marques, Afonso Fuzeta Eça e José Maria Rego fundaram a Raize em 2014 com o objetivo de apoiar o financiamento das micro e pequenas empresas portuguesas. A Raize já é regulada pelo Banco de Portugal desde 2016, no âmbito dos serviços de pagamento prestados a investidores e empresas. No passado dia 29 de Maio, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) registou a Raize como a primeira entidade gestora de plataformas de crowdfunding em Portugal.
